domingo, 10 de junho de 2018

RONALDINHO GAÚCHO CELEBRA PARCERIA COM EMPRESÁRIO GARANHUENSE

Empreendimento de Ronaldinho Gaúcho confirma parceria com empresa de
Garanhuns.
As grandes parcerias nascem das formas mais inusitadas. Com o advento das novas tecnologias, tornou-se mais, fácil é certo, o acesso dos fãs aos seus ídolos. Mas ao mesmo tempo, as celebridades tornaram-se mais precavidas em relação à aproximação e aos reais interesses dos seus ‘fãs’.

Já nos casos das parcerias comerciais, estas relações se tornam mais complicadas pois independente dos interessados em aproximar-se destas celebridades, existe uma barreira jurídica quase intransponível para ser vencida e as parcerias tornarem-se efetivas e de interesse mútuo.
No caso específico, vamos nos referir a uma grande parceria firmada entre empresários de Garanhuns, fundadores do grupo FTB, detentores além da citada sigla de grande prestígio e presente em todo o território nacional com a empresa do renomado craque do futebol mundial Ronaldinho Gaúcho.

Com a notícia da implantação futura de um grande centro desportivo em Garanhuns, empreendido pelo Grupo FTB, o qual será ancorado entre outras marcas pela Ronaldinho Soccer Academy, academia de esportes criada e dirigida pelo craque brasileiro evidenciado no futebol mundial, a parceria se consolidou e o atleta enviou um recado para seu parceiro em Garanhuns, Elison Bezerra, irmão e sócio de Erlan Bezerra, ambos empreendedores em diversos segmentos, que vão de Haras à eventos de entretenimento, de escolinha de futebol a centros comerciais. 
A mensagem em vídeo, que vem viralizando rapidamente nas mídias sociais e dando ainda mais credibilidade ao projeto cuja fase inicial, inclusive,  já encontra-se bastante adiantada no local onde funcionou a Rádio Difusora de Garanhuns, anima desportistas, entusiastas e futuros patrocinadores do projeto que promete revolucionar o segmento esportivo no Nordeste.   

Veja o vídeo no player abaixo:
  

DATAFOLHA MOSTRA LULA COM 30%, BOLSONARO 17% E MARINA COM 10% DAS INTENÇÕES DE VOTO

Mesmo preso, Lula lidera. Marina e Bolsonaro seguem figurando bem na corrida.  Foto: Marcelo Jorge/Patrialatina

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está preso na Polícia Federal de Curitiba há dois meses, mesmo assim, segue na liderança da corrida presidencial deste ano, com 30% das intenções de voto, como mostra a mais recente pesquisa Datafolha, divulgada no início da madrugada deste domingo, 10. No cenário com a presença de Lula, Jair Bolsonaro aparece com 17%, Marina com 10% e Geraldo Alckmin com 6% das intenções de voto.
Sem o petista na corrida presidencial, o deputado Jair Bolsonaro (PSL) continua à frente dos concorrentes, com 19%, seguido de Marina Silva (Rede), que oscila entre 14% e 15%, Ciro Gomes (PDT), que oscila entre 10 e 11%, Geraldo Alckmin (PSDB) com 7% e Alvaro Dias (Podemos) com 4%.

Apesar da liderança, Lula vem registrando queda na preferência do eleitorado. Em janeiro, o Datafolha indicava que ele tinha 37% e na pesquisa divulgada no dia 15 de abril, 31% no cenário mais favorável entre nove pesquisados. Na atual mostra, nos cenários em que o petista fica fora do páreo, mais de 1/3 do eleitorado ainda diz que está sem opção de voto. E os dois candidatos mais cotados para a sua vaga, o ex-prefeito Fernando Haddad (SP) e o ex-governador Jaques Wagner (BA), aparecem com apenas 1% na pesquisa.

Votos nulos, brancos e 'não sabem', com Fernando Haddad ou Jaques Wagner no lugar de Lula nessa disputa, chegam a 33%. Sem o PT no páreo, esses votos chegam a 34%. E com Lula na disputa, os que dizem não ter candidato ficam em torno dos 21%.

Nessa mostra, Manuela D'Ávila (PCdoB) e Rodrigo Maia (DEM) oscilam entre 1% e 2%; Aldo Rebelo (SDD), Fernando Collor de Mello (PTC), Flávio Rocha (PRB), Guilherme Afif (PSD), Guilherme Boulos (PSOL), João Amoêdo (Novo), João Goulart Filho (PPL), Josué Alencar (PR) e Levy Fidelix (PRTB), oscilam entre 0% e 1%. Paulo Rabello de Castro (PSC) não alcança 1% em nenhum cenário.

O candidato do presidente Michel Temer, o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles (MDB) aparece nessa mostra com apenas 1% das intenções de voto.

REJEIÇÃO

No quesito rejeição, o campeão é o ex-presidente Fernando Collor (PTC) com 39%, seguido de Lula (PT) com 36%, Bolsonaro (PSL) com 32%, Alckmin (PSDB) com 27%, Marina Silva (Rede) com 24% e Ciro Gomes (PDT) com 23%.

A mais recente pesquisa Datafolha, realizada entre os dias 6 (quarta-feira) e 7 (quinta-feira) deste mês, teve como base 2.824 entrevistas em 174 municípios em todos os Estados do País, mais Distrito Federal. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob número BR-05110/2018.

LÍDER PETISTA DIZ QUE PRIORIDADE É FORMAR ALIANÇA NACIONAL COM PSB E PC DO B

Imagem: Divulgação

O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), líder do PT na Câmara dos Deputados, afirmou que a prioridade do partido neste momento é consolidar uma aliança nacional com o PSB e o PCdoB em torno da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). "O que nós queremos é construir com PCdoB e com PSB uma estratégia nacional comum", afirmou durante uma reunião da executiva nacional do PT em Belo Horizonte neste sábado (9).

Em relação ao PDT, a intenção de Lula é firmar um pacto de não-agressão com Ciro Gomes, pré-candidato ao Planalto pelo partido. O encontro das lideranças petistas ocorre um dia após o lançamento da pré-candidatura de Lula, também em Minas Gerais, na noite de sexta (8). Segundo Pimenta, a eleição presidencial é o norte do PT e, a partir das alianças partidárias em nível nacional, será feita a discussão estado a estado.

"O centro estratégico eleitoral do PT neste ano é a vitória nacional, é a eleição do presidente Lula. Portanto, todo debate que ocorrerá nos estados obrigatoriamente terá que estar subordinado a esta estratégia", disse. Ainda de acordo com o deputado, o partido priorizará os estados onde PT, PSB e PCdoB já são governo, mas ele admite que a estratégia nacional petista deve esbarrar em realidades diferentes regionalmente.

"Essa nossa estratégia não passou perto de analisar caso a caso nos estados. Cada estado terá que analisar de maneira criteriosa como que se traduz essa estratégia nacional na sua realidade", disse.