sexta-feira, 4 de maio de 2018

INSTALAÇÃO DA POLÍCIA CIENTÍFICA EM GARANHUNS EM DEZ DIAS, EM PARCERIA COM PREFEITURA, É COMEMORADA PELA POPULAÇÃO


E nesta sexta feira (04/05) aconteceu a primeira reunião com o efetivo da nova Unidade Regional de Polícia Científica, que será implantada pelo Governo do Estado de Pernambuco, em Garanhuns.Esta instalação, que é uma antiga demanda da sociedade local e das populações regionais, tem o apoio e a parceria do Governo Municipal de Garanhuns que cedeu o prédio para o funcionamento.

O local foi todo reorganizado, desde o fim de março, pela Secretaria de Infraestrutura do município, para poder atender às necessidades do órgão. A previsão de início das atividades, de acordo com a coordenação, é para os próximos dez dias.

"Esse é mais um convênio de cooperação que celebramos com o Governo do Estado de Pernambuco. Estamos felizes de poder ajudar na chegada do órgão a Garanhuns", ressaltou o prefeito Izaías Régis.

Com informações e fotos da SECOM/Garanhuns

COM CALOTE DADO PELA VENEZUELA E MOÇAMBIQUE, EMPRÉSTIMOS FEITO PELO PT AGORA SERÃO PAGOS PELOS BRASILEIROS.

A ditadura venezuelana deixou de pagar ao Brasil  R$ 901 milhões. Esta dívida é uma 
parcela de empréstimos feitos ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico  e
Social, BNDES, que venceu em janeiro deste ano. 

Foi com bastante dificuldade, mas o governo conseguiu nesta quarta-feira o número necessário de parlamentares, em uma sessão após o feriado, e aprovou no Congresso Nacional o projeto que redireciona recursos do programa de seguro-desemprego para pagar dívidas da Venezuela e de Moçambique, das quais o Brasil é fiador. O crédito extraordinário previsto é de R$ 1,16 bilhão. 

Como o prazo para as garantias serem honradas ia até o dia 8 de maio, havia urgência do aval do Congresso. Sem a aprovação, o Brasil ficaria inadimplente junto ao sistema financeiro internacional. 
Por isso, a votação foi considerada uma vitória do governo do presidente Michel Temer. O número necessário de deputados e senadores para a votação só foi atingido às 20h10, dez minutos antes do prazo estabelecido pelo presidente da Casa, Eunício Oliveira (MDB-CE) para que o quórum fosse atingido, sob pena de encerrar a sessão. 

Governistas reclamaram de ter de colocar suas digitais em uma medida para cobrir uma operação feita em governos do PT, com critérios que consideraram "ideológicos". "Vocês fizeram essa dívida, autorizaram esse empréstimo para fazer compadrio. Esse calote é culpa do PT. Agora se escondem?", reclamou o líder do PSDB, Nilson Leitão (MT), por conta da disposição da oposição de obstruir a votação. "É um fundo garantidor. Se não honrarmos, é menos exportação e emprego no Brasil. É óbvio que roubaram metade do dinheiro e financiaram a campanha da Dilma [Rousseff] e de metade da oposição que está aqui", atacou o governista Darcísio Perondi (MDB-RS). 

Os oposicionistas alegaram que as operações não foram por afinidade ideológica. Tanto que, em 2001, governo de Fernando Henrique Cardoso também contribuiu para que a a Venezuela e Cuba obtivessem recursos, lembraram Luiz Sérgio (PT-RJ) e Érica Kokay (PT-DF). A operação que transformou o Brasil em fiador de empresários da Venezuela e Moçambique ocorreu por meio do Fundo de Garantia à Exportação (FGE). 

Na prática, o Brasil se coloca como fiador para que nações que tenham algum risco econômico ou político possam comprar produtos brasileiros, o que incentiva a produção nacional e a geração de empregos. "O Brasil fez esse compromisso e teremos de honrá-lo, infelizmente", reclamou Eunício.