terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

GARANHUNS CONQUISTA PRÊMIO ESTADUAL EM RAZÃO DOS NÚMEROS POSITIVOS NA SEGURANÇA

Foto: Blog do Carlos Eugênio
O Diário Oficial de Pernambuco, trouxe uma publicação da portaria, em que a Secretaria de Planejamento e Gestão do Estado, divulga a apuração do Prêmio de Defesa Social (PDS), do 4º trimestre de 2017. O resultado foi favorável para Garanhuns, tanto no 9º BPM, quanto nas Delegacias da Polícia Civil instaladas no município.

Pois a Área Integrada de Segurança de Garanhuns conquistou o Prêmio de Defesa Social 1 (PDS 1), o mais alto no grau lançado na premiação, destinada a policiais civis, militares e bombeiros militares do Estado, lotados e em exercício na Secretaria de Defesa Social, e em seus órgãos operativos, e na Casa Militar.


O Prêmio é referente ao desempenho dos Servidores no processo de redução dos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI), dentro do Programa Pacto Pela Vida. Homicídios; latrocínios; e lesões corporais seguida de morte são considerados CVLI. Segundo a Lei nº 16.171/2017, o PDS 1 tem um valor de R$ 1.200,00.

GRUPO EXPLODE CAIXA ELETRÔNICO NO AGRESTE

Foto: VeC Garanhuns
Dessa vez, o crime ocorreu na cidade de Paranatama, onde oito homens armados explodiram um caixa eletrônico do posto de atendimento avançado do Bradesco no centro da cidade. O crime aconteceu na madrugada desta terça-feira (6)

De acordo com moradores da cidade, os bandidos chegaram em duas caminhonetes e efetuaram disparos de arma de fogo em via pública com o intuito de intimidar a população.


Foto: VeC Garanhuns
Para impedir a chegada do reforço policial, o grupo ainda jogou grampos na rodovia de acesso ao município. A Polícia Militar fez diligências por toda a região, mas até o momento ninguém foi preso. Ainda não há informações sobre o valor levado.

PROMOTORES DA JUSTIÇA TOMAM POSSE NESTA TERÇA-FEIRA (6)

Foto: Assessoria de Imprensa
Tomam posse nesta terça-feira (06), 20 Promotores de Justiça em cerimônia marcada para as 16h, no Teatro Beberibe, no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda. Os mais novos integrantes do quadro de membros do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) começarão a atuar nas cidades para onde foram designados a partir do dia 5 de março.

Dos 20 promotores, aprovados no concurso público realizado em 2015 e prorrogado até 2019 pelo procurador-geral de Justiça, 14 vão para municípios do Sertão (Bodocó, Cabrobó, Carnaíba, Custódia, Exu, Flores, Floresta, Inajá, Petrolândia, Serrita, Tabira, Tacaratu, Terra Nova e Trindade), cinco para cidades do Agreste (Águas Belas, Buíque, Ibirajuba, Jupi e Lagoa dos Gatos) e um para Chã Grande, na Zona da Mata.

A partir desta quarta-feira (07), os novos promotores iniciarão o curso de formação, passando por diversas atividades com o intuito de prepará-los para assumir as promotorias por todo o estado. Na programação da capacitação estão incluídas palestras com integrantes do MPPE, treinamento no manejo dos sistemas eletrônicos de tramitação de processos, orientações sobre procedimentos de inteligência, perícia criminal e práticas de investigação.


EX MARQUETEIROS DO PT DEPÕEM EM AÇÃO SOBRE SÍTIO DE ATIBAIA E REAFIRMAM CAIXA DOIS EM CAMPANHA DE LULA

João Santana e a mulher Mônica Moura prestaram depoimento como
testemunhas de acusação no processo sobre o sítio em Atibaia (Foto: GloboNews)
O ex-marqueteiro do PT João Santana e a mulher e sócia dele, Mônica Moura, prestaram depoimento como testemunhas de acusação no processo sobre o sítio de Atibaia, nesta segunda-feira (5), e reafirmaram que houve caixa dois na campanha para reeleição do ex-presidente Lula, em 2006, pago pela Odebrecht.

O casal fechou acordo de delação premiada em abril de 2017 e está em liberdade desde agosto. Diariamente, eles são monitorados por uma tornozeleira eletrônica.
Mônica disse que a campanha custou R$ 18 milhões mais ou menos 8 em doações oficiais e R$ 10 milhões em caixa dois. Segundo João Santana, esses valores eram aproximadamente de 20% a 30% do valor oficial da campanha.

Ela já havia citado o valor a procuradores da República, em delação premiada, em maio de 2017. À época, a empresária disse que o pagamento foi feito em dinheiro vivo em sacolas, caixas de roupa e de sapatos em uma loja de um shopping de São Paulo.

A mulher de João Santana também disse que só teve "contato social" com Lula e que nunca falou de dinheiro com o ex-presidente ou esteve presente "nas reuniões de cúpula, de decisões políticas e estratégicas".

Este processo é o terceiro relacionado à Operação Lava Jato, que está em tramitação em Curitiba, envolvendo o ex-presidente Lula.

A acusação trata do pagamento de propina de pelo menos R$ 128 milhões pela Odebrecht e de outros R$ 27 milhões por parte da OAS em troca de contratos com a Petrobras. Conforme a denúncia, Lula foi beneficiado com parte desse dinheiro, por meio de obras realizadas no sítio Santa Bárbara, em Atibaia.


As obras, conforme a denúncia, serviram para adequar o imóvel às necessidades de Lula. Segundo o MPF, a Odebrecht e a OAS custearam R$ 850 mil em reformas na propriedade.