domingo, 18 de novembro de 2018

ENTIDADE PROPÕE USO DE MÉDICOS MILITARES PARA SUPRIR EMERGENCIALMENTE LACUNAS NO ‘MAIS MÉDICOS’


Marcelo Jorge - Brasília/DF

A volta dos profissionais de medicina de Cuba, que atuavam no Brasil, dentro do programa 'Mais médicos' Conhecida por sua posição crítica ao programa 'Mais Médicos', a  vem gerando repercussão em todos os segmentos. Associação Médica Brasileira divulgou nota neste sábado (17) em que afirma que o governo deixou o Brasil “submisso aos humores de Cuba” ao transferir para médicos cubanos a “responsabilidade pelo atendimento na atenção básica”.

No documento, a associação atribui a crise atual no programa a uma “retaliação do governo de Cuba ao povo brasileiro” e propõe “soluções emergenciais” diante da saída de médicos do país.

Atualmente, de 16 mil médicos que atuam no Mais Médicos, 8.332 são cubanos. Na quarta-feira (14), o governo de Cuba anunciou o fim da participação do país no programa.

Entre as medidas sugeridas pela AMB para ocupar as vagas estão o uso do efetivo atual de médicos das Forças Armadas, a realização de concursos para ampliar o número destes profissionais e a seleção de “médicos oficiais voluntários” para atuarem de forma temporária.

A medida, informa, poderia ajudar a reforçar o atendimento sobretudo “em áreas indígenas e de difícil acesso”.



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