quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

OPERAÇÃO TORRENTES: POLÍCIA FEDERAL AINDA NÃO LOCALIZOU DINHEIRO SUPOSTAMENTE DESVIADO

Foto: Sérgio Amaral
As peças do Habeas Corpus 431160 do STJ, decidido pela ministra Laurita Vaz, revelam novos detalhes da Operação Torrentes.

A juíza federal, ao decretar a prisão preventiva do empresário Ricardo padilha na ‘Operação Torrentes’, disse que a suposta organização criminosa tinha “influência política”.
A influência política e econômica do grupo se demonstra de forma inconteste e também justifica a necessidade de prisão preventiva como garantia da ordem pública, uma vez que tem extensão desconhecida das autoridades, bastando que criem novas empresas e passem a cometer os mesmos crimes em outros órgãos públicos, com a atuação de outros servidores”, disse a juíza federal, em decisão que consta no processo no STJ.

A juíza, ao decretar a prisão preventiva, afirmou que a suposta organização criminosa vem mantendo contratos com o Poder Público desde 2010.

O risco de reiteração criminosa é evidente nesta hipótese, tendo em vista a expertise e experiência d grupo que, pelo menos desde 2010, formaliza contratos irregulares com o Poder Público, em violação à Lei de Licitações e com ocultação dos verdadeiros administradores e do patrimônio, sendo plenamente possível a criação de novas e desconhecidas empresas para a formalização de novas contratações, sem qualquer possibilidade de controle, previsibilidade ou alcance por parte das autoridades responsável pela investigação”, disse a juíza federal.

O TRF5, ao manter a prisão preventiva, disse que o empresário Ricardo Padilha “vive disso”.  

Operação Torrentes: Justiça Federal diz que investigados têm ‘influência política inconteste’.

Com informações do Blog do Jamildo

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