terça-feira, 14 de novembro de 2017

PALMEIRINA 'CORTA NA CARNE': PREFEITO DECRETA REDUÇÃO DO PRÓPRIO SALARIO E DE AUXILIARES

Prefeito Marcelo Neves  (PSB) tenta 'colocar casa em ordem
Nunca o significado do termo “cortar na própria carne” tinha ficado tão evidente como no caso do município de Palmeirina, localizada no agreste pernambucano, distante pouco mais de 239  quilômetros da capital, Recife. É que além de estar vivenciando um momento de grave crise financeira nacional, agravado pelas condições com as quais encontrou o município, o prefeito Marcelo Neves (PSB),  determinou através do Decreto 044/2017, vigorando desde o dia 06 de Novembro, a redução temporária de 25% no próprio salário, como também dos salários de secretários municipais.  

Em contato com a reportagem do ‘Falando com o Agreste’ o gestor palmeirinense ressaltou que o governo sangra na própria carne, com objetivo de evitar sacrifícios para o trabalhador, a exemplo de um pacote de demissões. Cargos comissionados, por exemplo, já foram afastados anteriormente para reduzir as despesas. 

O Governo de Palmeirina já havia se manifestado conosco da imprensa, acerca dos problemas que o vem impossibilitando de cumprir obrigações básicas no município. O pagamento de precatórios advindos de débitos das duas últimas gestões, por exemplo, abriu um rombo que foi assumido e vem sendo cumprido por Neves.  


"Nesse instante de dificuldades do Brasil, nosso governo vai para o sacrifício interno, visando preservar a manutenção do emprego dos trabalhadores. Para cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal, ou a gente demite, ou se sacrifica, preferimos o nosso próprio sacrifício". Pontuou Marcelo Neves, acrescentando ainda que Palmeirina é exemplo para a Pernambuco e para outros estados.

EM SALOÁ RECUPERAÇÃO DE BARRAGENS E CHEGADA DE ÁGUA À POVOADO ANIMAM POPULAÇÃO

Após o longo período de estiagem vivenciado em toda a região, seguida de fortes chuvas que trouxeram alegria, mas também a necessidade de recuperação de estradas e equipamentos na Zona rural de muitos municípios, alguns governos vem trabalhando na recuperação e entrega rápida dos mesmos à estas populações que dependem exclusivamente desse serviço para desenvolverem seu duro trabalho na lavoura.  

Um bom exemplo vem de Saloá, município localizado à pouco mais de 262 quilômetros da capital Recife. Lá, o Governo Municipal disponibilizou diversos equipamentos para o socorro dos seus munícipes, como a refação de um barragem que foi prejudicada pelo excesso das chuvas, mais especificamente  no Sitio Mimoso, Naquela localidade, a máquina retroescavadeira  municipal executou cerca de 30 horas de trabalho, recuperando completamente a barragem que serve à inúmeras famílias da região.

Prefeito Ricardo Alves acompanha obras em todo o município
Na semana seguinte, o Prefeito Ricardo Alves (PMDB), cumprindo mais um dos seus compromissos com a população que sofria com a falta de água nos períodos mais rigorosos de estiagem, como o recentemente vivenciado, entregou à população da Vila Iatecá um moderno Sistema de abastecimento de água, o que certamente beneficiará famílias que mais necessitam. 

Agora, com a obra, a água de qualidade começou a chegar com comodidade para toda aquela população, levando de forma direta saúde, o que significa menos gastos com  serviços médicos, já que quando o precioso líquido chega com qualidade para as famílias, muitos problemas de saúde são também extintos.

ADT TRAZ MAIS UMA VEZ EX-JOGADOR ALOÍSIO CHULAPA

A Associação Descobrindo talentos (ADT), traz mais uma vez o ex-jogador Aloísio Chulapa e seu projeto AL14, para um amistoso, afim de dar o ponta pé inicial a esta parceria, que aconteceu no início de outubro, quando Chulapa veio à Garanhuns conversar com integrantes da entidade local, além de ter passado pelo estádio da AGA e realizado uma partida amistosa no Colégio Presbiteriano 15 de novembro.

O novo amistoso está marcado para acontecer amanhã, a partir das 15h, onde as categorias sub 15 de ambas as associações se enfrentam, no estádio da AGA.


Aloísio Chulapa é um ídolo da torcida são paulina, que iniciou sua carreira no CRB (AL), mas com passagens também pelo Goiás, Flamengo, Atlético do Paraná, Vasco, além do exterior, na Rùssia, Qtar e França, defendendo times como o Paris Saint-Germain (PSG) e Saint-Etienne.

MISTÉRIO E SOFRIMENTO EM MACEIÓ : MÃE RECUSA SEPULTAR FILHA POR CRER QUE ELA ESTÁ VIVA

Crédito: Reprodução Vídeo)

Um verdadeiro mistério se instalou na casa da garota Debora Isis, de 12 anos, na cidade de Rio Largo, região metropolitana de Maceió. Uma família se recusa a enterrar a menina, declarada morta pela equipe médica do Hospital Ib Gatto Falcão, no domingo (12).

A justificativa dos parentes é que ela não apresenta características de um cadáver, como a temperatura e a rigidez. Além disso, eles alegam existir um histórico de catalepsia na família, uma doença em que o coração para de bater por algumas horas e retorna a funcionar, dando a falsa impressão de que a pessoa morreu de um mal súbito.
Sofrimento da família
Debora Isis foi declarada morta na tarde do último domingo, após sofrer uma parada cardíaca e ser diagnosticada com falência múltipla dos órgãos por equipes do Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió, e do Hospital Ib Gatto Falcão.
“Em São Paulo, minha mãe teve um ataque cardíaco, e quando a gente foi olhar ela estava de lado, como quem estava sufocada. Isso já deu em mim, quando eu fui atropelada lá perto do aeroporto e estava grávida dela. O médico deu o feto como morto, 15 dias depois, quando fui retirar o feto, foi constatado que minha filha estava viva”, afirmou a mãe da menina.
Cristina disse ainda que, mesmo após ter sido declarada morta, o corpo da filha não apresenta características de cadáver. “A textura do corpo não é de gente morta. É de quem teve um ataque cataléptico. O corpo dela ainda está quente, não está rígido, eu consegui mexer nas mãos dela, na barriga e não está dura. O rapaz que preparou o corpo dela para o enterro disse que os olhos dela ainda brilham e que em mortos não brilham assim”, descreveu.
A família ainda não teve orientação profissional sobre o que fazer em relação a essa suspeita, mas a mãe vê motivos para não fazer o sepultamento. Ela afirma que durante o internamento, a menina foi medicada e teve reações ao remédio. “Após essa medicação, ela começou a se entortar, como fosse um convulsão, mandaram eu sair da sala e levaram ela pro HGE. Lá, ela foi diagnosticada com infecção urinária e uma reação no pulmão”, relatou.
Balanço Geral alagoas