quarta-feira, 20 de setembro de 2017

HOMEM ENVIA OFÍCIO PEDINDO ¨"APOSENTADORIA POR HOMOSSEXUALISMO"

Em meio aos protestos contra a liminar do juiz que abre caminho para que psicólogos tratem homossexuais como doentes, um chamou a atenção. Foi a atitude de Toni Reis, líder LGBT do Paraná e diretor executivo do Grupo Dignidade. Ele divulgou nesta terça-feira (19), um ofício em que pede sua aposentadoria por invalidez por “homossexualismo”.


Crédito : Reprodução 
“Espero que o pedido seja deferido pela Justiça, afinal eu sou gay há 53 anos e trabalhei mesmo doente durante todos esses anos. Quero aposentadoria retroativa. Quero a primeira aposentadoria por doença gay”, ironizou Reis ao portal Bem Paraná.
“Como ainda não existe tabela para essa doença, sugerimos que o valor mensal do benefício seja 24 salários mínimos (algo em torno de R$ 22 mil), com isenção de todo e qualquer imposto por motivo de crença (ou melhor, doença)”, disse, no pedido, o ativista, solicitando ainda “passaporte diplomático para poder empregar o tempo ocioso e viagens ao exterior, buscando a cura em centros avançados, e também divulgando a boa nova brasileira relativa à cura do ‘homossexualismo'”.
No documento, ele deixa claro que pretende abrir um precedente para que todo homossexual possa pedir o mesmo tipo de aposentadoria.
“Sendo uma dessas pessoas inválidas, devido à minha condição homossexual que é de notório saber, venho por meio deste requerer minha aposentadoria compulsória, com direito a acompanhante especializado, retroativa até o início das primeiras manifestações da minha homossexualidade, por volta do ano de 1970”, ironizou.
O ofício foi formalmente encaminhado ao juiz Waldemar carvalho, autor da liminar da “cura gay”; à procuradora-geral da República, Raquel Dodge; ao ministro do Trabalho e da Previdência Social, Ronaldo Nogueira e ao ministro da Saúde Ricardo Barros.
Fonte: Fórum

TEORIA DIZ QUE FIM DO MUNDO VAI ACONTECER NESSE SÁBADO


Crédito : Reprodução

Um novo “fim do mundo” se aproxima neste sábado. Ao menos é o que diz uma teoria apocalíptica formulada pelo numerólogo David Meade, autor do livro Planeta X, que prevê a colisão de um enorme planeta misterioso com a Terra e a consequente destruição da humanidade. O criador da tese, no entanto, já havia tentado divulgar essa mesma história em 2012, mas foi desmentido por um cientista da Nasa, que, na época, chamou de “ridículas” as declarações sobre “um planeta que está, ao mesmo tempo, próximo e invisível”. Segundo o pesquisador, se o planeta existisse e estivesse realmente a uma distância ameaçadora, seria impossível que nenhum astrônomo tivesse notado sua presença.

Meade, no entanto, continua a afirmar que o planeta Nibiru (também chamado Planeta X), que estaria vindo diretamente da fronteira com o sistema solar, vai atingir a Terra neste final de semana. Suas evidências são baseadas em versos e códigos numerológicos da Bíblia centrados no número 33 – exatamente o número de dias entre o eclipse solar do dia 21 de agosto, que ele considera ter sido um aviso, e a data apocalíptica.
“Jesus viveu por 33 anos, o nome Elohim, que é um dos nomes usados pelos judeus para Deus foi mencionado 33 vezes [na Bíblia]. É um número muito significativo na Bíblia e na numerologia”, disse Meade em entrevista ao The Washington Post. O americano é conhecido por suas teorias que misturam textos bíblicos e astronomia.
Nibiru
A suposta existência do planeta Nibiru é motivo de teorias conspiratórias desde a década de 70. Em 2012, no entanto, este e outros rumores sobre o fim da Terra tomaram proporções tão preocupantes que o pesquisador David Morrison, do Instituto de Astrobiologia da Nasa, teve de publicar um vídeo em seu canal no Youtube para acabar com os mais de 20 e-mails semanais que entravam em sua caixa perguntando sobre o Planeta X.

Fonte: Veja

MORRE JAKE LAMOTTA, O TOURO INDOMAVÉL

Jake LaMotta foi imortalizado no cinema por Robert de Niro -     Foto : Teddy Blackburn - Reuters

Jake LaMotta, o pugilista cuja vida inspirou o filme Touro Indomavél– realizado por Martin Scorsese e com Robert De Niro no papel principal, que ganhou o Oscar de  melhor ator – morreu na terça-feira, aos 95 anos, devido a complicações resultantes de uma pneumonia.
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“Jake LaMotta, 10 de Julho de 1922 – 19 de Setembro de 2017. Descansa em paz Pai”, escreveu Christi LaMotta, filha do ex-pugilista, na rede social Facebook.
Ao longo de um percurso profissional com mais de oito anos, Jake LaMotta obteve 83 vitórias e 19 derrotas. Originário do Bronx, foi campeão mundial de pesos-médios em 1950.
Ao longo da sua carreira LaMotta protagonizou uma acesa rivalidade com Sugar Ray Robinson. Os dois pugilistas enfrentaram-se seis vezes, com cinco triunfos para Robinson – mas LaMotta levou o adversário ao tapete inúmeras vezes e os seus desempenhos arrojados valeram-lhe a consideração dos adeptos em todo o mundo. “Lutei tantas vezes com o Sugar Ray que até me admiro de não ter ficado com diabetes”, ironizou LaMotta sobre a rivalidade.

O pugilista no auge - Foto Christi LaMotta
Em 1951, um dos duelos entre os dois pugilistas ficou conhecido como “Massacre do Dia de S. Valentim”, recorda a revista norte-americana Sports Illustrated, acrescentando: “LaMotta foi golpeado intensamente até que o combate foi interrompido ao 13.º round, porque LaMotta já não conseguia defender-se. LaMotta nunca foi ao tapete, porém, levando a que Robinson o descrevesse como o adversário mais duro que já tinha enfrentado”.



Público.pt



LULA CAI EM PESQUISA APÓS DEPOIMENTO DE PALOCCI; BOLSONARO LIDERA COM FOLGA EM CENÁRIO SEM PETISTA

Bolsonaro mantém liderança em cenário sem Lula
Neste domingo o jornal FOLHA DE S. PAULO publicou pesquisa "relâmpago" feita pelo Instituto DATAFOLHA (2.781 entrevistas, em 172 municípios, feitas na quarta (26) e na quinta (27), antes da greve geral de sexta). Além de resultados óbvios (liderança de Lula, mas também o mais rejeitado), esse levantamento coloca o deputado Jair Bolsonaro (PSC) em segundo lugar, mostrando sua ascenção consistente e firme.
Bolsonaro é o candidato mais forte, no momento, para suplantar Lula e vencer a eleição presidencial de 2018.

A pesquisa Datafolha não destaca, porém, a resiliência do nome de Marina no atual cenário. Juntamente com o juiz Sérgio Moro (sem partido e que nunca se disse candidato), Marina Silva, ex-ministra do meio ambiente (Governo Lula), tem procurado manter-se à distância do embate político. Enquanto consegue ficar alheia às críticas, suas avaliações no atual cenário a colocam como alternativa forte da centro-esquerda para a disputa eleitoral de 2018.

A Folha não aborda esta possibilidade. Mas analistas ouvidos pelo NA entendem a estratégia de Marina como a de um candidato "tersius", que se preserva no embate e transforma-se em alternativa até a corrida final, como uma "terceira via".
No quesito rejeição de Lula, quando comparados com outra pesquisa feita também em abril pelo PODER360 (site político comandado pelo respeitado jornalista FERNANDO RODRIGUES), os números do Datafolha aparecem defasados. (Especialistas entendem que, ao superar o patamar de  50% esse índice torna-se "mortal" para qualquer concorrente numa eleição). No Datafolha a rejeição de Lula "sobe" para 48%. Na do Poder360, ele já aparece com 59%. (Ambos os números foram coletados antes das manifestações violentas da última sexta-feira).

Há,outras diferenças fortes nas duas pesquisas (as mais recentes no atual cenário político). Ambas mostram Lula na frente, mas com rejeição maior ao nome do ex-presidente no levantamento da PODER360. Ambas confirmam a ascenção meteórica de Jair Bolsonaro, e mostram também o crescimento de João Dória (o de menor rejeição, mas o mais desconhecido). Porém, o que fica evidenciado é a força do eleitorado de Marina Silva (sempre aparecendo em 2.o lugar, mesmo não se colocando no debate político).
Para onde pender o eleitorado de Marina se confirmará o nome do novo presidente da República.


Em resumo, este é o cenário atual: Forte rejeição às medidas de Temer (que favorece Lula), crescimento da rejeição ao candidato petista, ascenção de Bolsonaro e Dória, e a preservação do nome de Marina, a "tersius". 

SENADO DEBATE HOJE SOBRE REGULAMENTAÇÃO DO UBER NO PAÍS, E EM GARANHUNS DECISÃO SOBRE USO OU NÃO DO APLICATIVO DEVE SAIR NESTA QUARTA,20

Senado debate sobre a regulamentação do Uber nesta quarta - Diário do Poder
Enquanto os vereadores de Garanhuns debatem sobre a validade dos serviços de Uber em Garanhuns, que por onde passa causa polêmica, uma audiência pública conjunta em quatro comissões do Senado  debate nesta quarta (20), desde às 8h30, a regulamentação no país dos aplicativos de transporte individual de passageiros, como o Uber. 

Atualmente tramitam três projetos de lei na Casa, dentre eles o PLS 726/2015, de autoria do senador Lasier Martins (PSD-RS). Os colegiados participantes da reunião são os de Constituição e Justiça (CCJ), Ciência e Tecnologia (CCT), Assuntos Econômicos (CAE), Assuntos Sociais (CAS) e Infraestrutura (CI).
O projeto vindo da Câmara e que tramita junto com os outros dois alterou radicalmente as características próprias desse serviço on-line. Para Lasier, o objetivo da regulamentação é formalizar uma atividade testada em todo o mundo com segurança jurídica e equilíbrio para todos os interessados.


Vereador Ary quer regulamentação do aplicativo
Em Garanhuns, alguns vereadores já tomaram suas posições em relação ao assunto.O vereador Ary Júnior (PTB) por exemplo, já apresentou uma emenda aditiva ao projeto de lei que regulamenta os taxistas.O vereador diz que não é contra a vinda do aplicativo Uber a cidade, e sim, regulamentar o serviço para que esteja de acordo com a lei.Entra no entendimento do edil também, o transporte individual e remunerado, em carros particulares que  será proibido.


Advogado Johny Albino questiona artigo que não existe
E, para apimentar ainda mais o debate, o Advogado Johny Albino questionou o artigo 231°, inciso VIII, da lei federal 12.468/2011, em que o vereador Ary embasa a vedação do transporte individual privado de passageiros, através de carros particulares.Segundo Johny, a emenda do vereador atende a um artigo que não existe.
Ele fez críticas as comissões e assessoria jurídica da câmara pela não observância desse item na emenda, e espera que esse deslize seja corrido sob pena de nulidade, já que isso poderia alcançar outros carros particulares que fazem o transporte remunerado de passageiros, e dá um exemplo dos escolares.

Já o vereador Marinho da Estiva (PHS) convocou a população, que seria  maior beneficiada a se manisfestar a favor ou contra o aplicativo.A segunda e última audiência está sendo realizada nesta quarta-feira,20, na Câmara de vereadores da cidade.Espera-se a presença não só da classe taxista, mas da população que pode ter mais uma opção de transporte na cidade.
Fotos extraídas do blog do Gidi Santos




DEPUTADO TADEU ALENCAR DIZ QUE "REJEITAR DISTRITÃO FOI DECISÃO CORRETA"

Tadeu Alencar em conversa com o 'Falando com o Agreste' em Brasília.
Brasília - O deputado federal Tadeu Alencar (PSB) considerou acertada a decisão da Câmara dos Deputados em rejeitar, na sessão de ontem à noite, a proposta de adoção do “distritão” como modelo de transição nas eleições de 2018 e 2020.

Membro das duas comissões que discutem a reforma política na Câmara dos Deputados, Tadeu Alencar diz que a aprovação do “distritão” seria um retrocesso, por este ser um modelo que fragiliza os partidos, não contempla as minorias e prestigia apenas aquele que tem estrutura econômica ou de personalidades famosas, com forte apelo na mídia.

Em recente palestra na Fundação Fernando Henrique Cardoso (FFHC), o parlamentar pernambucano disse o seguinte sobre a proposta de “distritão”:

"O distritão não pode ser um motivo alvissareiro. Um modelo que, mesmo transitoriamente, fragiliza os partidos, é personalista, aposta nas individualidades, não permite a representação das minorias, o recorte de gênero, ele é a lei dos mais fortes, é o topo da cadeia alimentar. Se a gente pretende numa reforma política diminuir a influência do poder econômico eu penso que o Distritão acentua esta influência."


Informações:  Liderança do PSB na Câmara dos Deputados

BOA NOTÍCIA : APROVADO PROJETO QUE OBRIGA OPERADORAS A GARANTIR SINAL DE CELULAR NAS RODOVIAS

Senador Cássio Cunha é autor do texto -Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

A Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) aprovou nesta terça-feira (19) projeto que obriga as operadoras telefônicas a garantir a cobertura de sinal de celular nas rodovias estaduais e federais. De acordo com o PLS 5/2017, a autorização para as empresas prestarem serviços de telecomunicações móveis de interesse coletivo ficará condicionada à obrigação de cobertura de toda a extensão dessas estradas na área que for objeto da outorga. Se não houver recurso para a análise do plenário, o texto segue para a Câmara dos Deputados.
O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), autor do texto, salienta que a falta de cobertura dos serviços de telefonia móvel ao longo das rodovias gera uma série de prejuízos, como no caso de acidentes nos quais viajantes não têm como acionar o socorro. Ele também mencionou o transporte de cargas, que ganharia segurança com a possibilidade de rastreamento mais barato. Atualmente, eles usam as comunicações via satélite, que encarecem o custo das mercadorias. Outro ponto positivo é garantir a conectividade a regiões isoladas do país.
A cobertura, de acordo com o texto, pode ser compartilhada, desde que abranja todos os usuários das diferentes operadoras, sem custo adicional para eles. Os custos da mudança que não possam ser recuperados com a exploração do serviço serão cobertos pelo Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações. O prazo máximo para a implantação previsto no projeto é de cinco anos.

Mudanças

O relatório, apresentado pelo senador Otto Alencar (PSD-BA) e aprovado pela CCT, estabelece que a determinação vale apenas para as futuras outorgas de prestação de serviço de telecomunicação móvel.
O relator também acrescentou dispositivos a leis já existentes, para que seja possível cumprir a determinação de que recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) poderão ser usados para cobrir custos não recuperáveis com a exploração eficiente do serviço na expansão da cobertura ao longo das rodovias. Essa possibilidade não é prevista na legislação para serviços prestados em regime privado.
Agência Senado