segunda-feira, 31 de julho de 2017

FUNDARPE AFIRMA QUE FESTIVAL DE INVERNO CELEBROU A CRIATIVIDADE EM SUA 27 EDIÇÃO

No último sábado (29) aconteceu o encerramento do Festival de Inverno de Garanhuns, onde durante 10 dias, a cidade recebeu todo tipo de programação artística, como circo, exposições fotográficas, contações de histórias e música. Mesmo com todo o sucesso do evento e a valorização cultural, muitas pessoas ainda criticaram o FIG, afirmando ser fraco e sem boas atrações. Com isso, a FUNDARPE divulgou uma nota, destacando que o FIG recebeu um público de 250 mil pessoas na praça mestre Dominguinhos, palco principal, além de afirmar que o festival trouxe uma programação urgente, necessária e contemporânea.

Ainda na nota, eles destacam que a programação musical do evento não se ateve ao ibope, e sim a qualidade artística e a originalidade.

O coordenador geral do FIG, André Brasileiro, disse que este ano, a vocação de diversidade cultural do FIG em todas as linguagens foi reafirmada, juntamente com a importância de projetos especiais, a valorização dos artistas pernambucanos, que chegam aqui com novos trabalhos, e a importância do edital – mais de 90% das atrações foram escolhidas por meio dele. É um recorte que dá uma ideia do que está acontecendo nas artes do Brasil, com Pernambuco se sobressaindo.


O último dia de FIG contou com os shows de Andrea Amorim, Fernanda abreu, Hercinho Gouveia, Mamelungos, Marina Lima, Azulinho, e outros artistas espalhados pela cidade.

ENFERMEIRA É DEMITIDA POR GRUPO DE WHATSZAPP E EMPRESA TERÁ QUE PAGAR INDENIZAÇÃO


A Justiça do Trabalho condenou uma empresa do Distrito Federal a pagar indenização por danos morais a uma enfermeira instrumentadora cirúrgica que foi demitida através do grupo de trabalho no aplicativo WhatsApp. De acordo com a juíza Maria Socorro de Souza Lobo, em exercício na 19ª Vara do Trabalho de Brasília, ficou clara a forma vexatória como o empregador expôs a rescisão contratual, submetendo a trabalhadora a constrangimento perante seus colegas.
A decisão foi divulgada nesta sexta-feira (28). "Após a dispensa, a enfermeira ajuizou reclamação trabalhista pleiteando diversos direitos trabalhistas, como adicional de insalubridade, acúmulo de funções, horas extras por falta de intervalos intrajornada, equiparação salarial e a condenação da empresa ao pagamento de indenização por danos morais, ao argumento, entre outros, de que a demissão, informada por meio do aplicativo, teria lhe causado constrangimentos. A empresa contestou as alegações da autora da reclamação e se manifestou pela improcedência dos pedidos", afirmou o TRT, em nota.
De acordo com o TRT a forma como o sócio da empresa procedeu à dispensa da enfermeira 'é despida do respeito que deve nortear as relações de emprego'.  "Nenhum empregador é obrigado a permanecer com um empregado, mas para proceder à rescisão contratual deve agir de forma urbana e civilizada, até por conta da inexistência de justa causa para a dispensa. Para a juíza, é cristalino, pela mensagem enviada pelo empregador via aplicativo, “a forma vexatória como expôs a rescisão contratual da demandante, sendo desnecessário tal comportamento, pois submeteu a obreira a constrangimentos perante seus colegas”, destacou a magistrada na sentença.
A magistrada condenou a empresa a indenizar a instrumentadora, por danos morais, em R$ 10 mil. Quanto aos demais pedidos, a juíza deferiu apenas o pagamento de horas-extras, por falta de concessão de intervalos intrajornada, e da multa prevista no artigo 477 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), por falta de comprovação da quitação, dentro do prazo legal, da rescisão contratual. Os demais pleitos foram todos julgados improcedentes pela juíza.