domingo, 30 de julho de 2017

ARTISTAS MAMBEMBES SAEM DO ANONIMATO E " INTEGRARAM" A GRADE DE PROGRAMAÇÃO DO FIG 2017

Jasiel Leite e seu Sax
Eles não estiveram na grade oficial da programação do festival de Inverno de Garanhuns, mas também tiveram suas participações especiais.

São os artistas mambembes que vêm de diversas parte do país e até da cidade anfitriã do evento e se juntam ao público aonde acontecem festas abertas ao público.

Um desses artistas é o músico de Garanhuns  e Professor Jasiel Leite que tocava um saxofone como poucos, de frente a uma loja na avenida principal de Garanhuns,mostrando seu trabalho e de quebra ainda reforçou o caixa com a generosidade de alguns transeuntes que ouvem, dançam e valorizam o artistas com alguns reais em sua caixinha.A observação a ser feita em relação ao Jasiel, é que este ano, ele participou do Fig tocando com  a sua banda Streets Jazz Band, no palco instrumental.



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Manassés e seu sax em porta de loja

O senhor Manassés foi outro artista que veio dá cidade de Bezerros(PE), e também mostrou talento tocando um instrumento que poucos tem habilidade em tocar.O seu sax vai de baladas românticas dos anos 60 até sucessos atuais de artistas com apelo mais popular. Manassés disse que isso é uma constante em sua vida, e já esteve em centenas de festas,conhece pessoas e ainda ganha um dinheirinho bom


A tríade formada por Yuri,Dom e Mateus vieram de Recife e em ritmo de aventura vieram parar em Garanhuns, unindo o útil ao agradável, que é aproveitar o festival, economizando ao máximo, e essa economia passa por tocar seus instrumentos, arrecadar algo e curtir o evento na onda deles, que é o que importa disse um dos integrantes do trio.
Trio recifense pelas ruas da cidade de Garanhuns

Assim  como esses três exemplos da matéria, são dezenas e mais dezenas de artista manbembes que vem a Garanhuns todos os anos, para mostrar seus talentos,não necessariamente musicais( mágicos,malabaristas, etc) curtir o Festival de Inverno e ainda saem com algum dinheiro.E esses artistas anônimos já estão tão incrustados no evento, que não vê-los é sinal de que  algo não está certo na cidade neste período.

Por Marcos Antônio