quarta-feira, 22 de novembro de 2017

AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE IDEOLOGIA DE GÊNEROS ACONTECE EM GARANHUNS

Aconteceu na última terça-feira (21), na Câmara de Vereadores de Garanhuns, a audiência pública, para debater o tema "Ideologia de Gêneros" e o Projeto de Lei de criação do vereador Audálio Ramos, que visa não reproduzir o assunto ideologia de gêneros nas escolas municipais e privadas do município.

O público de ambos os lados (contra e a favor) foram dispostos a defender suas opiniões, mas alguns deles preferiram apenas atacar as pessoas com ideias contrárias.

Durante a audiência, autoridades como pastor, bispo, professores, secretários do município, entre outros discursaram e defenderam seus lados.

Em entrevista ao programa Falando com o Agreste, o vereador e criador do projeto, Audálio Ramos explicou que o termo Ideologia de Gêneros e o fato de querer proibir o assuntos nas escolas, não tem nada a ver com o respeito e diversidade. Só não pode estar presente nas salas de aula para não confundir as crianças. "Nós vimos que é necessário deixar claro que não pode haver Ideologia de Gênero na escola. Isso não tem nada a ver com respeito, diversidade ou pluralismo de idéias. A prática pedagógica, o professor é livre dentro de sua disciplina. O que não pode é haver a orientação ou utilização de instrumentos pedagógicos que possam confundir a criança e até mesmo levá-la a despersonalização" Pontuou o vereador.

Audálio ainda informou que todos os vereadores estão atentos ao assunto, para que possam fazer a escolha certa. E finalizou a entrevista dizendo que a escola é lugar para aprender as disciplinas já passadas. Orientação sexual é assunto para a família.

Um comentário:

  1. Sabemos que essa briga não para pôr aqui , e vai para logo logo no STF, no colo do ministro Barroso ,que até pouco tempo deu chilique ameaçando sair fora da linha
    Porque ele não se conforma com o seu papel de magistrado. Nota-se o seu desconforto com os limites que lhe são impostos pela Constituição. Barroso, a gente percebe, quer ser legislador, tem aspirações a Rasputin do Executivo; vende suas idiossincrasias e heterodoxias como se fossem um novo umbral do pensamento. Confessadamente — basta ler o que escreveu sobre novo constitucionalismo, entende que o papel de um magistrado é fazer justiça com a própria toga, mandando pra tonga da milonga do cabuletê os códigos que temos.

    A sua mais recente e estupefaciente diatribe foi conceder duas entrevistas verdadeiramente espantosas, em que defende a legalização total da maconha — da produção ao consumo — como etapa primeira do liberou-geral para as outras drogas. Segundo ele, isso vai tirar força do crime organizado (mentira verificável), diminuir a violência (mentira estimável pela lógica) e desafogar os presídios: bem, isso aconteceria porque criminosos deixariam de sê-lo… Barroso tem uma ideia para a superlotação das penitenciárias: soltar os bandidos.

    No dia em que sua entrevista saiu no Globo, o jornal publicou um editorial com esse mesmo conteúdo. E com igual profundidade, diga-se. É impressionante: a mesma elite carioca que sonhou que as UPPs mudariam a segurança pública do Rio ao não prender bandidos resolveu, como o médico louco, dobrar a dose do remédio errado. Antes, tratava-se de não prender criminosos. Agora, eles querem soltar.

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