quarta-feira, 6 de setembro de 2017

CAIXAS ELETRÔNICOS DE AGENCIA DO BANCO DO BRASIL EM GARANHUNS NÃO FUNCIONAM E CAUSAM TRANSTORNOS AOS CLIENTES

Na agência do Banco do Brasil da Avenida Rui Barbosa, em Garanhuns, os  clientes
formam longas filas em caixas sem abastecimento.
Em 1983, os bancos brasileiros começavam a investir em sistemas informatizados. O primeiro caixa eletrônico do País foi instalado em Campinas, interior de São Paulo, pelo banco Itaú. Tão comum nos dias de hoje, a novidade foi um grande acontecimento para a época. No dia 14 de abril daquele ano, o banco publicou anúncio de página inteira no Estado apresentando "a primeira agência bancária eletrônica funcionando dia e noite no Brasil".

Atualmente, o que foi criado para agilizar o atendimento, transformou-se em alvo de inúmeras reclamações. Em Garanhuns, já foram relatadas insatisfações à imprensa local e ao próprio Banco do Brasil, agencia Rui Barbosa, mas ao que parece não existe interesse da instituição em melhorar seu atendimento via caixas eletrônicos.

Os equipamentos daquela agência – em número de 06 – estão costumeiramente sem abastecimento de cédulas, inclusive nos finais de semana e feriados, quando um maior fluxo de visitantes circula pelo município. Durante o recente Festival de Inverno de Garanhuns, os caixas também tinham abastecimentos irregulares. Sem explicações dos funcionários, os correntistas se dirigem à outros pontos da cidade onde estão instaladas seus ineficientes equipamentos, à exemplo de supermercados e repartições públicas, mas quase sempre esses  locais também tem numerário insuficiente e não é raro quando filas se formam nos ambientes, frustrando os saques.


Com a onda de violência e estouro de caixas, a redução de funcionários, a automatização dos bancos e hoje com o amplo acesso à transações eletrônicas via 'Internet banking' – em sua maioria,  móvel -, o caminho desses equipamentos, outrora indispensáveis, parece mesmo ser o museu.   
Mas até lá, seria bom que o Banco do Brasil pudesse disponibilizar  um atendimento no mínimo semelhante ao apresentado nas suas campanhas publicitárias. 

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