domingo, 25 de junho de 2017

25 DE JUNHO: 8 ANOS SEM MICHAEL JACKSON


Em 25 de junho de 2009, o mundo recebia estarrecido e incrédulo a notícia da morte do rei do pop Michael Jackson. O astro americano passou mal em sua residência em Los Angeles, ainda foi levado com vida ao hospital, mas acabou falecendo para tristeza da arte musical. Neste domingo, 25, fãs e admiradores em todo mundo lembram a data e fazem vigília em celebração ao mito, um dos mais completos artistas de todos tempos. 

MICHAEL NO BRASIL

A primeira vez foi em 1974 com os " Jacksom Five quando ainda era adolescente, depois em 1994 quando trouxe sua turnê " Dangerous" a São Paulo e finalmente esteve pela última vez em Salvador gravando um clipe no Pelourinho. Suas passagens pelo Brasil sempre foram bastante tumultuadas como nos países pelo qual passou, pois Michael sempre foi único.

MINHA EXPERIÊNCIA COM O REI DO POP

Estava eu no ano certo, no local certo, na cidade certa, para presenciar o melhor show de todos os tempos: O ano era 1994, a cidade era São Paulo, o local era o estádio do Morumbi. A turnê do disco "Dangerous" , que vinha de apresentação em Buenos Aires estava finalmente em solo brasileiro para duas apresentações. Era momento único de ver o meu astro de infância e fazer parte dos 100 mil privilegiados que estavam no estádio do Morumbi naquele sábado de outubro de 94,  para presenciar e levar para sempre o espetáculo do showman em minha memória.

Havia uma demora em começar. Em vez de vaias, aplausos. Depois ouviu-se um silêncio sepulcral. As luzes se apagaram. Um canhão de luz projetou no alto uma imagem. Do silêncio, para o delírio da platéia. Era ele: A lenda. Voando sob cabos de aço, ao som introdutório de uma de suas músicas, ele toca no solo e já começa a dançar e cantar regido por um extasiado público de 100 mil pessoas que vibravam com suas coreografias únicas e com patente. E, assim foi durante duas as horas de show. Canções que estava na boca do povo, danças frenéticas combinadas com as letras das músicas, interação tímida com seu público, som perfeito, telões de grande definição e muito, mas muito profissionalismo como pede as grandes super produções.

Enfim... saí de lá junto com um grande amigo, o Júlio, extasiado e certo de ter participado do maior espetáculo da minha vida, sensação que carrego até hoje em minha memória e socializo com nosso leitor o dia em que estive a poucos metros do eterno mito, Michael Jackson, o homem das mil facetas. Agradeço por estar no lugar certo, na hora certa, na cidade certa. É isso aí.

Por Marcos Antônio

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