terça-feira, 11 de abril de 2017

“LULA FOI UM MAL PARA O BRASIL. ELE PRODUZIU MAIS MAL DO QUE BENEFÍCIO!” DECLAROU PREFEITO DE SÃO PAULO, JOÃO DÓRIA JR

Mostrando uma postura firme e, mesmo com pouco tempo à frente do executivo municipal demonstrando uma total intimidade com a administração pública em relação ao município de São Paulo, o prefeito de uma das maiores metrópoles do mundo, João Dória Júnior (PSDB) , 56 anos,  que administra para mais de 12 milhões de habitantes, foi o entrevistado  do programa Roda Viva, exibido nessa segunda (10) pela TV Cultura.  

Sabatinado por jornalistas de diversos veículos nacionais, formato tradicional do programa, Dória falou sobre os cem dias da sua administração e mais uma vez mostrou sua absoluta aversão ao ex presidente Lula e ao PT. Sobre a legenda, Dória atribuiu ao governo petista os maiores desvios de verbas públicas da história do país, apesar de revelar que tem muitos bons amigos no partido, dentre eles seu antecessor, Fernando Haddad, ao qual se referiu como  "um homem honesto, diferentemente do partido”. Já quando a metralhadora se voltou ao ex presidente Lula, que deve ser ouvido nas próximas semanas pelo Juiz Sérgio Moro, disse que “Lula foi um mal para o Brasil. Ele produziu mais mal do que benefício. Ele mente e não é exatamente um modelo de decência”.

Apesar de ser apontado como um “balão em ascensão” pelo ex presidente FHC (PSDB),  o prefeito paulistano sempre que indagado ou instado pelos jornalistas a falar da possibilidade do “Cavalo passar selado”, em clara referência a uma pré Candidatura ao Governo do Estado ou mesmo a presidência da república, Dória negou por muitas vezes essa possibilidade. À frente da Prefeitura de São Paulo, o prefeito tem seu governo aprovado por 44% dos moradores da capital paulista, ante 13% de reprovação.

Falando sobre financiamento de campanha, o gestor disse que continua sendo contra ao sistema atual que realiza campanhas a cada dois anos e destaca a defesa de que apenas uma parte do financiamento de campanha seja público. O empresário, que não se acha político, também defende o estabelecimento de limites para efeito de comunicação com a manutenção dos cortes como a limitação na utilização do Marketing. Sobre o caixa dois e a propina, Dória julgou condenáveis ambas as situações. 


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