quarta-feira, 9 de setembro de 2015

GRUPO FERREIRA COSTA IGNORA CRISE E EXPANDE LOJAS NO NORDESTE

Com três lojas nas cidades de Recife e Garanhuns, a rede Ferreira Costa ignora a crise e  aposta na expansão pelo Nordeste, em cidades como Salvador, Aracaju e Natal. Atualmente, ocupa o primeiro lugar do ranking dos Maiores e Melhores, além de ter conquistado o 5º lugar no ranking nacional das lojas de material de construção, ambos publicados pela revista da Associação Nacional de Comerciantes de Material de Construção (Anamaco).  
Em setembro, a rede inaugura sua quinta operação na região e a primeira em Aracaju, totalizando um investimento de R$ 80 milhões, com 11 mil metros quadrados. A loja oferecerá ao consumidor 75 mil itens para casa e construção. Segundo o diretor do Grupo, Guilherme Ferreira Costa, Sergipe tem as condições ideais para receber um novo investimento do grupo.                                                                                                        “Sergipe tem tido um grau de desenvolvimento acima da média do Nordeste, com a maior renda per capita e investimentos interessantes, como fábricas de cimento, a indústria vidreira, a região do petróleo, todas as qualidades para receber um investimento de R$ 80 milhões e gerar 500 empregos diretos, podendo chegar a 600. Estamos sendo muito bem recebidos, recebemos a colaboração municipal e também do governo do Estado para em novembro estarmos com a loja funcionando”, informa Guilherme.                                        
A rede ainda deve inaugurar uma loja em Natal, no Rio Grande do Norte, até 2016, com expectativa de geração de 500 empregos diretos. 
“Nossa estratégia é nos fortalecermos dentro do Nordeste, crescer dentro de uma região onde já temos conhecimento. Isso nos favorece para um bom trabalho em logística e abastecimento das lojas, afinal são 131 anos trabalhando neste mercado”, afirma o gerente de trade marketing Alexandre Fernandes. “Temos bons parceiros locais, sabemos da realidade do mercado, então esse crescimento é inevitável para nos fortalecemos diante da expansão do mercado de construção e varejo no país”. 
Em Salvador, Bahia, a Ferreira Costa já completa sete anos. A chegada na capital baiana representou um incremento de 60% no faturamento do grupo, que foi de R$ 250 milhões com os home center de Recife e Garanhuns. A estreia foi realizada com investimento de R$ 100 milhões em loja de 11 mil m² de área de venda, quatro pisos, 700 vagas de estacionamento e mais de 60 mil itens para construir e reformar, incluindo utilidades do lar, decoração e iluminação, máquinas e equipamentos, eletrodomésticos e centro automotivo.
Com 131 anos de fundação, a Ferreira Costa está entre as 14 empresas mais antigas de Pernambuco em funcionamento, sendo uma das 50 maiores contribuintes de ICMS do Estado há mais de 12 anos. Inaugurada em Garanhuns, em 1884, pelo imigrante português João Ferreira da Costa, a empresa segue sob o comando da quarta e da quinta gerações da família.  Atualmente, a Ferreira Costa conta com mais de 3 mil colaboradores diretos e mais 500 promotores para apoio de vendas.

(Do Blog do Jamildo)

SECA DEIXA 40% DAS BARRAGENS DE PERNAMBUCO EM COLAPSO

Imagem: Joel Silva
O monitoramento diário feito pela Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) em 87 reservatórios do Estado aponta que 40% deles estão em colapso. A situação é mais grave no Sertão do Estado, onde 24 dos 39 reservatórios estão nesta situação, sendo que 18 secaram completamente. No Agreste, o estado de colapso alcança 11 das 34 barragens . Segundo a Apac, seis unidades monitoradas secaram em sua totalidade.
"Apesar da vulnerabilidade histórica de falta d'água nestas regiões temos acompanhado uma queda que chama a atenção. Os reservatórios que ainda não secara, estão trabalhando com marcações bem abaixo da média", disse o analista de Recursos Hídricos da Apac, César Mendonça, ao jornal Folha de Pernambuco. "A população amarga o quarto ano de consecutivo de seca, ainda sem perspectivas de melhora", observou.

Segundo dados da Apac, em 2014 as barragens localizadas no Sertão de Pernambuco apresentavam 211 milhões de m³ de água acumulada. Neste exercício, porém, este volume caiu para 136 milhões de m³. A situação é semelhante nos reservatórios do Agreste. No ano passado o volume acumulado era de163 milhões de m³ e caiu para 137 milhões de m³ em 2015.