quinta-feira, 9 de julho de 2015

OSWALDO CRUZ SUSPENDE AMBULATÓRIO DE ONCOLOGIA E ENTRADA DE NOVOS PACIENTES NA UTI


A partir desta sexta-feira, o Hospital Universitário Osvaldo Cruz (Huoc) da Universidade de Pernambuco (UPE) suspende por uma semana os serviços do ambulatório de oncologia da unidade de saúde. O hospital também não irá, temporariamente, receber novos pacientes para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e reduzirá a realização de cirurgias e tratamentos de quimioterapia. A medida, confirmada na tarde desta quinta-feira pelo gestor do hospital, Bento Bezerra, acontece depois que médicos do HUOC ameaçaram parar o atendimento do Centro de Oncologia (Ceon) e denunciaram ao Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) e o Ministério Público de Pernambuco (MP-PE) a falta de medicamentos e materiais que estaria inviabilizando o atendimento.

"Enquanto aguardamos um reforço de orçamento, os outros serviços estão mantidos, dentro da possibilidade e diante dos medicamentos que podem ser disponibilizados. Por meio de uma verba de R$167 mil, remanejada do próprio hospital, conseguimos adquirir metade dos medicamentos de oncologia em falta no momento. Dos 72 itens, 49 estão faltando", aponta o gestor. Ainda segundo ele, mais de 20 itens já foram solicitados aos fornecedores, que têm um prazo de 10 dias para entrega.

De acordo com o médico oncologista do Huoc Eduardo Miranda, o Ceon responde por cerca de 600 pacientes com quimioterapia na veia e outros 400 através de comprimidos e o problema crucial é para onde direcionar tantos pacientes. Segundo ele, as outras quatro unidades que oferecem atendimento estão sobrecarregadas, sendo o Hospital do Câncer e o Imip, de porte semelhante ao Ceon, e o Hospital das Clínicas (HC) e o Hospital Barão de Lucena (HBL) de pequeno porte.


A partir desta sexta-feira, o Hospital Universitário Osvaldo Cruz (Huoc) da Universidade de Pernambuco (UPE) suspende por uma semana os serviços do ambulatório de oncologia da unidade de saúde. O hospital também não irá, temporariamente, receber novos pacientes para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e reduzirá a realização de cirurgias e tratamentos de quimioterapia. A medida, confirmada na tarde desta quinta-feira pelo gestor do hospital, Bento Bezerra, acontece depois que médicos do HUOC ameaçaram parar o atendimento do Centro de Oncologia (Ceon) e denunciaram ao Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) e o Ministério Público de Pernambuco (MP-PE) a falta de medicamentos e materiais que estaria inviabilizando o atendimento.

"Enquanto aguardamos um reforço de orçamento, os outros serviços estão mantidos, dentro da possibilidade e diante dos medicamentos que podem ser disponibilizados. Por meio de uma verba de R$167 mil, remanejada do próprio hospital, conseguimos adquirir metade dos medicamentos de oncologia em falta no momento. Dos 72 itens, 49 estão faltando", aponta o gestor. Ainda segundo ele, mais de 20 itens já foram solicitados aos fornecedores, que têm um prazo de 10 dias para entrega.


De acordo com o médico oncologista do Huoc Eduardo Miranda, o Ceon responde por cerca de 600 pacientes com quimioterapia na veia e outros 400 através de comprimidos e o problema crucial é para onde direcionar tantos pacientes. Segundo ele, as outras quatro unidades que oferecem atendimento estão sobrecarregadas, sendo o Hospital do Câncer e o Imip, de porte semelhante ao Ceon, e o Hospital das Clínicas (HC) e o Hospital Barão de Lucena (HBL) de pequeno porte.

SURPRESA RUIM: GESTORES AMARGAM INESPERADA REDUÇÃO NO FPM

Os prefeitos pernambucanos precisarão administrar mais um revés financeiro: a inesperada queda no Fundo de Participação dos Municípios (FPM).


Prefeitos, Congresso Nacional e governo federal conseguiram costurar um acordo que previa, para o primeiro decêndio de julho, um aumento de meio ponto percentual no FPM sobre o período retroativo a um ano. No entanto, a União está enviando valores retroativos sobre seis meses, obrigando os gestores a reordenar seus cronogramas financeiros.
Em aporte financeiro, os valores de meio ponto percentual representariam para prefeituras de todo o Brasil R$ 1,9 bilhão. Com a redução, os municípios terão que ratear entre si a metade desse valor.
Como o FPM constitui basicamente a única receita de municípios pequenos, os recursos mal bancam as despesas.
A redução inesperada se soma ainda à natureza do decréscimo dos recursos nesse período. De acordo com a Receita Federal, a previsão para julho deste ano é de queda de 17% em relação a julho do ano passado.
A Confederação Nacional dos Municípios lembra aos gestores municipais que até maio o Fundo historicamente apresentou crescimento. Porém, de junho até outubro o repasse é menor. A orientação é que os gestores controlem ainda mais as despesas para enfrentar esses meses.
O Fundo de Participação dos Municípios é dividido de acordo com o tamanho da cidade, que são classificadas com índices de 0,6 a 2,0. Para este primeiro decêndio, os municípios receberão conforme a tabela abaixo:
0.6- R$ 135.071,31.
0.8- R$ 180.085,08.
1.0- R$ 225.118,85.
1.2- R$ 170.142,62
1.4- R$ 315.166,39.
1.6- R$ 360.190,15.
1.8- R$ 405.213,92.
2.0- R$ 450.239,33.