quarta-feira, 2 de outubro de 2013

LULA ENUMERA FATORES QUE IMPEDIRIAM SUPOSTA CANDIDATURA DE EDUARDO À PRESIDENCIA

Essa foi destaque no blog do credibilizado jornalista  Inaldo Sampaio: 
O ex-presidente Lula disse ontem em Brasília que o governador Eduardo Campos vai ter que refletir muito sobre sua candidatura a presidente da República para não se meter numa aventura.
“Qualquer brasileiro com mais de 35 anos pode ser candidato a presidente da República. Se tiver um partido político, então pode mais ainda. Mas o que eu acho que é que a conjuntura, no momento de decidir, vai pesar nas decisões das pessoas”, disse o ex-presidente.
A “conjuntura”, segundo ele, seriam três coisas: palanques regionais, tempo de televisão e o resultado das pesquisas.
O ex-presidente lamentou a saída do PSB do governo Dilma, mas não quis afirmar quem foi o culpado pelo fato.
“Eu lamentei porque eu não queria que ele (Eduardo Campos) saísse assim. Não sei de onde partiu a precipitação. Mas, pela convivência que nós temos, não foi uma coisa legal sair assim”.
“A gente tem tanta história juntos e eu gostaria de continuar construindo ela junto. É como se você estivesse numa guerra contra adversários e, de repente, o teu batalhão começasse a se separar. Eu não acho isso legal”, acrescentou.

SEMANA DE MOVIMENTAÇÃO NO TABULEIRO POLÍTICO: QUEM SAI E QUEM FICA NOS PARTIDOS

Outubro chegou com as mudanças partidárias em todo o País.
Em Pernambuco, o deputado Silvio Costa (PTB) vai para o PSC, onde será dirigente. A decisão, pelo que se fala nos bastidores, é do próprio Senador Armando Monteiro (PTB), que terá mais um partido fortalecendo sua aliança em busca do Governo do Estado, porém isso também fragiliza a bancada nacional do seu partido, que está observando essa manobra como uma jogada do Palácio do Planalto. 
A mudança também irritou o deputado estadual  Clayton Collins (PSC) que deve deixar o PSC. O evento de filiação do deputado estadual Adalberto Cavalcanti ao PTB, na tarde da última segunda-feira (30), foi uma prévia do tom que deve ser usado pelo partido até as eleições do próximo ano. Ao discursar, o senador e presidente petebista em Pernambuco Armando Monteiro Neto afirmou que o estado "não pode viver uma unica força", em uma referência clara a concentração política em torno do PSB, partido do governador Eduardo Campos. "A gente (PTB) não cresce para esmagar ninguém...Nós queremos crescer e temos crescido, mas não dizendo que somos autossuficientes. Não existe projeto de um único partido. Precisamos de equilíbrio político em Pernambuco, mais do nunca", disparou.

Já o  deputado caruaruense Tony Gel, ex-DEM, não está levando nenhum vereador do seu grupo em Caruaru para o PMDB. “Deixei todo mundo à vontade”, disse, adiantando que a sua intenção não é pressionar ninguém. Gel confirma que optou pelo PMDB por uma sugestão do governador Eduardo Campos, a quem apoiará para presidente.

E em Garanhuns, alguém arrisca um palpite de quem vai e quem fica?


Entre tantas mudanças fica a análise de Carlos Chagas: “Só na sexta-feira saberemos o número certo dos deputados que estão trocando de partido. Eles recebem propostas milionárias em termos de apoio e até de dinheiro, sem maiores preocupações com programas e ideologias. No fundo, pensam na reeleição ou em subir de patamar político, mas prevalece a regra de que quem muda costuma arrebentar-se: perde o que tinha e não conquista o que imaginava.”