sábado, 14 de setembro de 2013

PIB PERNAMBUCANO CRESCEU 3,2% NO SEGUNDO TRIMESTRE DE 2013

No segundo trimestre de 2013, o Produto Interno Bruto (PIB) de Pernambuco registrou crescimento de 3,2%, na comparação com o segundo trimestre de 2012. Em valores correntes, o PIB do segundo trimestre deste ano, a preços de mercado, foi estimado em R$ 28,8 bilhões. Na comparação semestral o PIB cresceu 2,9%. Os dados foram divulgados, nesta sexta-feira (13), pela Agência Condepe/Fidem.
A indústria pernambucana cresceu 3,1%, em relação ao segundo trimestre de 2012. Dentre os componentes que integram o setor, destaque para a indústria da transformação que apresentou crescimento de 2,6% influenciado, principalmente, pelos incrementos nas produções das atividades de alimentos, bebida e metalurgia básica (fabricação de chapas e tiras de alumínio). Os setores da construção civil e de serviços industriais de utilidade pública, também registraram aumento de 4,8% e 2,8%, respectivamente.
No segundo trimestre de 2013, o setor de serviços cresceu 3,3%. As atividades que mais se destacaram neste comparativo foram: transporte (9,8%) aluguéis e intermediação financeira (2,5%) e comércio (5,9%). O resultado deste último, se deve às vendas, tanto no atacado, quanto no varejo de combustíveis e lubrificantes.
O setor da agropecuária registrou queda de 1,7%, em consequência do desempenho da pecuária que apresentou queda de 12,6%, seguido pelo resultado da agricultura que registrou queda de 13,5% nas lavouras permanentes e crescimento de 5,7% nas lavouras temporárias. Apesar dos efeitos da seca, as culturas da mandioca, feijão e da cana-de-açúcar contribuíram positivamente para o resultado das lavouras temporárias, enquanto que as culturas da banana, manga e maracujá apresentaram resultados negativos que influenciaram o desempenho das lavouras permanentes.
De acordo com o diretor de Estudos e Pesquisas Socioeconômicas da Agência Condepe/Fidem, Rodolfo Guimarães,  os resultados apresentados, referentes ao 2ª trimestre de 2013, expressam uma fase de transição entre a implantação e o efetivo funcionamento dos novos empreendimentos estruturadores, considerando um cenário internacional ainda desfavorável.

Matéria postada também em: www.falandocomoagreste.blogspot.com

Um comentário:

  1. É LAMENTÁVEL VER O AGRESTE MERIDIONAL, PARTICULARMENTE (GARANHUNS), ESTÁ SEMPRE EXCLUÍDO DESSES INVESTIMENTOS INDÚSTRIAIS QUE O ESTADO RECEBE CONSTANTEMENTE.
    Márcia Lima

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